sábado, 2 de abril de 2011

As mais belas coisas
São as flores
Vivas ou mortas
Matém sua beleza

Beleza no qual me inpiro
quando falo de ti
quando penso ou as vejo
Lembro diretamente de você!

A única diferença
entre você e uma flor
É que ela posso te - la
E você nunca poderei ter

Diferença que admiro
Prefiro te ver de longe
sem interferir na sua vida
Para não te fazer murchar

Ai meu amor
Gostaria de me juntar a sua felicidade
Mas o maximo é te ver de longe
Isso é uma forma de achar que ainda estou viva....
sinto um medo da vida
uma ancia de sair dela
um desejo da morte
um amor pela escuridão
uma paixão pelas sombras
uma idolatração por sangue
um querer de mudar
uma vontade de perder meu ódio
uma força de gostar do bom
Mas no final sempre tenho a mesma resposta...
Não tem como sair da vida gótica
neste momento sinto raiva
um ódio fora do normal
vontade de gritar e ao mesmo tempo chorar
pénsamentos não muito bons

meu corpo treme
não sabia que a raiva me afetava tanto
meu coração bate forte
neste momento quero me matar

uma lágrima cai
não sei se é de ódio ou de trsiteza
meus sentimentos se misturam
sinto que estou me envenenando

dessa vez o ódio falou mais alto
meu amor pela vida desapareceu
tudo esta ficando escuro
e assim consigo minha calma de volta


Aquiles já não pode correr
Hércules perdeu sua força
Zeus não controlava mais os céus
Pégazus não pôde voar
Nem phoenix regressar das cinzas
E a perdra filosofal, ao invéz de transmutar em ouro,
transformou tudo em desepero.

Desejo voar com minhas azas de cera

tão alto quanto Ícaro voou chegando ao sol
Somente para ver o último brilho de luz.
Porém quanto mais perto, mais dificil de enxergar
Será a hipermetripia do amor??


Fugitivo, percorro as calçadas do meu mundo
As quais se inundam com as folhas de outono.
Poderia pisar nestas, como neve.
Mas neve afunda, como os sonhos.
Folhas secas continuam caindo em montes.
O empecilho, cada vez maior, se alastra,
A avalanche de sentimentos destruidos,
De dezenas de planos revogados.
Nada permanece nesse mundo
Embora, vão - se até as esperanças do futuro
Degradando o encanto pérfido
Que movimenta o sorriso de nossos semblantes...
meu ódio é oque me consola
Minha raiva é minha alegria
Seu sangue mata minha sede
Seu sofrimento é o meu divertimento

A escuridão é o meu porto seguro

A morte minha unica salvação
Sua alegria é minha tristeza

Uma lagrima, seu perdão

Um grande amor por você
Um grande tormento pra mim...
Você esta sentado
Trajado de preto assim como eu
Segura um rosa nas mãos
Te admiro ao longe

Seu cabelo negro,

Sua pele pálida,
Seu corpo frágil.
Tudo tão perfeito

A luz do luar te ilumina

Ao me ver você sorri
Tenta me dar a rosa,
Eu não a pego
Cai uma lagrima de seus olhos
Eu a enxugo com cuidado
Você sorri,
Levanta e vai embora
Vou embora após um tempo
Chego em minha casa e vejo você
Você me olha docemente
E deixa a rosa em minha porta
Novamente vai embora

Pego a rosa um pouco assustada

Ao toca-la ela morre
Me cai uma lágrima
Neste momento você aparece do nada
E enxuga a lagrima, como tinha feito
Me sinto confusa com aquilo
Você me abraça
Eu dou um leve sorriso

Você me olha sério

Se levanta, pega a rosa e a queima
Ao ver isso entro em casa magoada
Você se vai, mas me deixa um recado...
" seu melhor defeito é o seu ódio... minha pior qualidade é ama-la e querer te matar "