sábado, 2 de abril de 2011



Fugitivo, percorro as calçadas do meu mundo
As quais se inundam com as folhas de outono.
Poderia pisar nestas, como neve.
Mas neve afunda, como os sonhos.
Folhas secas continuam caindo em montes.
O empecilho, cada vez maior, se alastra,
A avalanche de sentimentos destruidos,
De dezenas de planos revogados.
Nada permanece nesse mundo
Embora, vão - se até as esperanças do futuro
Degradando o encanto pérfido
Que movimenta o sorriso de nossos semblantes...

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